........Imagem google
Pantanal
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O melro passa entre as vitórias régias
A flor na superfície e no meio, a conquista
As algas flutuam e as raízes entre os peixes
Saltam para ver a estrela rosa sobre as águas
As flores vêm deslizando dos igarapés
No leito do pantanal escorre o verde
As garças brancas da selva voam
E pousam com patas naturais
Agrupadas no meio ativo das folhas.
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Claudia Almeida
13/12/2010

2 comentários:

Sônia Brandão disse...

Gostoso esse poema tão cheio de vida.

Um Natal e um Novo Ano bem feliz para vocês.
bjs

Vieira Calado disse...

Pantanal surrealista?

Gostei.

Bom Natal!